Fragmentos da Mente

Do que eu falo quando falo de escrita

Desde pequeno sempre usei a escrita como um escape, uma maneira de desabafar. Recordo-me vivamente de comprar cadernos e cadernos, e enchê-los de frases soltas. Textos carregados com as emoções que sentia aquando da sua escrita, adornados por rabiscos típicos de quem contempla o que lhe vai na mente.

Embora me recorde de míseras tentativas de escrita criativa, nunca foi o meu forte e tão pouco o meu foco. Não sei ao certo como descrever o meu processo: talvez cru e experimental; uma romantização pouco trabalhada do quotidiano; inspiração passageira.

Não planeio, sento-me e escrevo. Aprecio a honestidade quase que ingénua das minhas palavras. Gosto de me sentir à mercê de quem me lê.

#pensamentos